happines is found inside your heart.

sábado, 29 de setembro de 2012

Meus dias cariocas - parte III - terceiro e último dia


Acordei na segunda às 8h com uma breve cefaleia. Será que foram as cachaças da noite anterior? (risos).
Tomei um banho morno, um café, um bolo e praia. Tínhamos que ir à praia, já que nessa segunda fazia um sol gostoso no Rio e o horário da passagem de volta para São Paulo era às 15h30. Eu precisava molhar os pés, eu precisava disso. Fomos para o Leblon, andamos um pouco, mas não tínhamos mais tanto tempo, pegamos uma lotação e direto para Ipanema.
Voltamos para o hotel dentro do horário do Chek-out e fomos fotografar a Lapa numa segunda-feira às 12h. Todos os dias muito cheios. A Lapa é uma loucura boa. Eu amei a Lapa. Almoçamos e rumo a rodoviária. A espera do ônibus que iria para a rodoviária, uma moça disse que qualquer um servia, acreditamos! E não, não passou. Desce do ônibus e chama um táxi (uma coisa ótima do Rio é que é tudo muito perto e tem muitos táxis, acho digno (risos)).
Entrada no ônibus de volta a São Paulo. Dormi.
Eu não queria sair de lá.
Eu sei que qualquer hora eu volto. Aquela terra é meu lugar, não tenho dúvidas e posso não ter certeza do que eu to falando, posso me enganar, pode acontecer qualquer coisa que seja, mas eu tenho que ter a experiência de morar no Rio, eu amo o Rio, amo demais. E é pra lá que eu vou, assim que eu puder.
O Rio só me trouxe coisas boas. Nada do que as pessoas falavam do Rio pra mim aconteceu lá, todas as informações que nos deram foram válidas (tirando a do ônibus para a rodoviária). Todas as pessoas muito simpáticas. Tudo lindo no Rio, tudo muito bom.
Preciso... mais do que antes.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Meus dias cariocas - parte II - segundo dia

Domingo, acordei por volta das 9h. Era dia de prova. Tomei café e voltei para o quarto do hotel, eu tinha que sair por volta das 12h, eu não sabia onde eu faria a prova, tinha o endereço e como chegar, mas eu precisava chegar antes pra saber, melhor adiantada, do que atrasada. A prova do meu amigo foi pela manhã, ao lado do hotel, praticamente, ele foi andando.
Cheguei ao local da prova com 1h30min de antecedência, ficamos numa lanchonete. Tirando que a faculdade onde eu faria a prova era dentro de um shopping que antigamente era uma fábrica de tecidos. Era enorme e só pra variar, a gente se perdeu dentro do shopping. Achado a faculdade, sentamos numa lanchonete e esperei a porta abrir.
Eu estava calma, muito calma e isso era estranho, estranho porque eu nunca fico calma em nenhuma prova, nenhuma mesmo, mas nessa eu estava e isso me ajudou muito, eu terminei a prova em duas horas (contando em passar para o gabarito e tudo mais). E não me perguntei como que eu fui na prova (eu odeio essa pergunta, eu só vou saber como eu fui quando sair o resultado rs, eu posso muito bem achar que eu fui bem e quando eu ver o resultado ver que eu fui péssima e vice-versa), é uma pergunta que não se dá pra evitar, mas é mais ou menos isso, eu não sei dizer se eu fui bem ou não.
Fui andar pelo shopping depois da prova, estava muito cheio, cheio porque naquela região (Del Castilho) não tem nada pra fazer, a única coisa que tem é o shopping mesmo (isso eu sei porque conversei com uma moça de uma loja e ela me falou isso).
Voltamos pra Lapa, fomos jantar num bar, no qual a comida era muito, mas muito boa (risos), algo que eu gostei muito, foi a culinária, a comida do Rio não é muito temperada, mas não é sem tempero, não é nada que enche e você se sente cheio, é, simplesmente, algo que você fica satisfeito.
Um domingo a noite, fomos para a Rua Riachuelo (que antes de conhecer me disseram: A Rua Riachuelo é uma mistura de Rua Augusta com a Vila Madalena em São Paulo), a Rua Augusta não me interessa, mas a Vila, eu adoro! E queria conhecer por isso, queria um samba do Rio, mas nada aberto num domingo. Fomos andando e subindo para a Men de Sá, encontramos um bar chamado: Bar das Quengas, tivemos que parar e tomar uma cerveja. O bar era muito legal, tinha umas lingeries penduradas no teto e nenhuma quenga (risos), os donos eram nordestinos (reconheci pelo sotaque). Continuamos a subir e, quase com a Rua da Lapa, encontramos um bar chamado Bar Cacimba, foi lá que paramos, fizemos amizade com o gerente do bar e conversa vai, conversa vem, cerveja vai, cerveja vem... "Me desce uma cachaça", tomamos uma cachaça de MG, muuuuito boa, lua cheia, depois lua nova, depois o gerente que virou amigo nos deu uma outra de MG para provar (que eu não lembro o nome). Delícia. Depois outra e outra. Travada, falava mais do que o homem da cobra. Eu tava uma beleza, o amigo também, por mais que ele dissesse que não ficava bêbado.
Na hora de ir embora, um pedinte chegou perto da mesa que estávamos e falou:
- Sra., tem dez reais pra me ajudar?
Eu comecei a rir e meio bêbada, respondi:
- Porra, dez reais, velho??? - Ele sorriu - Eu tenho dois reais, aí você vê se consegue os outros oito reais que faltam.
- Vou dar um presente pra sra, a sra. foi muito simpática.
Tirou um cordão do pescoço e me deu. Falei que eu era de São Paulo e voltaria para morar na Lapa e ele falou que era pra eu morar no Recreio (risos), tudo bem, tudo bem.
Voltamos pro hotel... Tomei banho e capotei.

continua...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Meus dias cariocas - parte I - primeiro dia

Eu saí de São Paulo às 1h15min de um sábado dentro um ônibus com pessoas que eu não sabia se estavam na mesma situação que eu, e o que iriam fazer na minha cidade (risos). A ansiedade me corroía, mas não era uma ansiedade ruim, era uma coisa boa, mesmo ao sentir uma dor de estômago, a dor da ansiedade (pelo menos comigo, sempre que eu fico ansiosa, eu sinto essa dor). Enfim, conversei com o amigo ao lado sobre o Rio, falamos várias coisas e eu acabei dormindo, afinal, eu tinha trabalhado e estudado aquela sexta para o sábado.
Primeira parada de vinte minutos em Rezende, eu já estava no Rio, a ansiedade já estava controlada, eu me sentia carioca, como se eu estivesse voltando do lugar onde eu não deveria ter saído. Comi alguma coisa às 4h, não sei porque, eu não sinto fome nesses horários. Voltei para o ônibus e tentei dormir, não consegui, fiquei acordada até às 5h30 (mais ou menos), começara a clarear e eu não conseguia manter os olhos abertos, eu queria ver tudo, queria ver as cidades por onde eu passava e os lugares bonitos. Só acordei na rodoviária do Rio às 7h15min.
Nós só poderíamos dar Chek-in no hotel às 12h. O amigo e eu resolvemos ir para a Zona Sul. Pegamos um ônibus na rodoviária e descemos em Copacabana. Fomos andando e eu já totalmente encantada com a beleza do Rio de Janeiro. Tirei os óculos de grau para não ficar embaçado com a maresia e, cega, continuei a andar, encontrei com Drummond, ele estava me esperando sentado num banco (risos). Conversamos e, claro, tenho uma foto com ele, saí e continuei a andar, encontrei Dorival Cayme, ele me deu um abraço! Foi divino.
Em seguida, entrei no parque Garota de Ipanema e me sentei num banco e fiquei apreciando a beleza do mar, como o mar é lindo, eu ficaria horas e horas só olhando para as ondas que me davam medo só de imaginar que eu poderia entrar naquela água (eu não entrei, eu só molhei o pé. Pra quem não sabe, eu morro de medo do mar, mesmo achando ele uma das mais belas maravilhas.).
Procurei meus óculos, afinal, eu estava cega por muito tempo... cadê? Eu não sei, caiu ou Drummond pegou-os de mim rs. Isso não me importa mais, eu perdi e como ele dizia: sofrer por isso é uma opção. Tomamos café e fomos para a Lapa, onde ficamos hospedados. O Hotel ficava na Mem de Sá, ao lado do fervo, bem perto dos Arcos da Lapa, Circo Voador e Fundição Progresso. Almocei e dormi (acreditem, eu dormi). Por volta de umas 16/17h fomos conhecer a Lapa, andando e andando, chegamos no Flamengo. Continuamos andando e fomos para Botafogo (algo que me impressionou no Rio é que o tempo não passa e é tudo muito perto de tudo), fiquei, mais uma vez parada por muito tempo olhando tudo e apreciando, era tudo muito lindo pra mim, como se eu não estivesse acostumada a ver tanta beleza de uma só vez.
Depois disso, por volta de umas 20h, fomos procurar algum lugar pra jantar. Encontramos o "verdinho" da Cinelândia, que fica bem em frente ao metrô, acho que é assim que é chamado. Comi um peixe maravilhoso que eu não tenho como explicar, é só você ir pra comer e provar você mesmo rs.
Voltamos para o hotel por volta das 22h, a Lapa fervia naquele sábado. Pessoas indo e vindo. Não podíamos ficar por lá, tínhamos que acordar cedo no outro dia para poder fazer uma prova.
Voltamos para o hotel e fomos dormir.

continua...

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Para alguém que eu amo muito

Eu sinto imensas saudades e resolvi escrever. Não acho que você tenha me deixado, mas sim, que a sua vida está totalmente corrida e cheia de afazeres, tem os seus trabalhos e não deve ter tempo para parar na frente de uma máquina e ler algumas baboseiras que eu falo. Eu gosto da palavra baboseiras, não sei se você sabe, mas eu gosto de palavras, tem palavras que eu acho bonitas e gosto da pronúncia, acho que nunca falamos sobre isso. Gosto de palavras com "s", acho que elas envolvem, misturam-se na nossa língua. Você já pensou em escrever uma música com isso de letras? Eu não me lembro o nome disso agora, não é onomatopeia, mas acho que você entende... é o lance da sonoridade. Bom, eu acho que com a sua voz doce, algo nesse sentido ficaria muito bom, calmo, doce, leve. Você tem esse jeito, essa calmaria, uma leveza e você é doce, é linda.
Eu não poderia descrever qual o tamanho da saudade que eu sinto de você. É algo que enlouquece, parece mentira, mas não é. Você faz parte da minha vida, você tem o meu sentimento bom, você tem um dos melhores dos meus sentimentos, você conseguiu encontrar o que eu tenho de mais bonito para oferecer a alguém, eu tenho a amizade linda que nós encontramos juntas. Você lembra como foi? Foi naquele bar no centro, ou perto do centro de São Paulo, a gente conversava sobre maracatu. Depois a gente passou a conversar muito por aquele site de relacionamento que todo mundo tem hoje em dia e não era tão banalizado. Depois nos encontramos em festas, ou melhor, uma festa, não foi tão legal pra você, eu acho, pra mim também não foi, lembro que eu tinha bebido demais e dormi nua, brigaram comigo por causa disso. Com tudo isso, a amizade só aumentou, só ficamos mais próximas, eu achava bonito e estranho gostar tanto de uma pessoa que eu tinha visto e conversado olhando nos olhos tão poucas vezes, mas eu gostava, eu gostava muito. Eu lembro muito das vezes que você me deixava esperando em algum metrô de São Paulo, eu ficava brava, sempre muito brava e ameaçava ir embora, mas eu não conseguia, porque eu queria te ver, a saudade não é de agora, é o que eu entendo ao escrever isso, e, quando você chegava com aquele sorriso lindo e me pedia desculpas, não tinha mais como pensar em algo que fosse ruim a seu respeito.
Ao escrever tudo isso a saudade de você tem aumentado, está maior do que há dois minutos. Isso é tão estranho, mas eu não ligo mais, eu gosto do que não é normal, você sabe, não é?
Eu espero te ver em breve. Eu tenho muita coisa para contar, não cabe nessas palavras, tenho certeza que você tem muita coisa pra me contar. Acho que podemos assistir filmes de madrugada e conversar sobre todos esses assuntos pendentes e matar toda essa saudade que está dentro de mim, talvez seja egoísta querer matar só a minha saudade e talvez não seja nada modesto falar que você quer matar a sua também (risos).
Lembra quando eu falei que não desistiria de você? Então, eu não desisto.
Espero o seu tempo.
Um beijo enorme e um abraço mais que apertado.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

eu só quero chorar

eu quero que você vá embora!
eu não sei de que forma isso vai acontecer, mas eu vou fazer de tudo pra você sair do meu caminho, farei de tudo para você se tornar um nada, um ser totalmente indiferente na minha vida.
isso já aconteceu com outras pessoas, pode acontecer com você também, eu quero muito que aconteça com você. quero que você morra pra mim.
você age com se já tivesse saído da minha vida, você mostra que eu não sou importante pra você, mas você, ao mesmo tempo, não me deixa ir embora, não deixa eu sair e seguir o meu caminho. por que? por que pra você eu vou estar a todo o tempo, a hora em que você precisar de alguém pra uma coisinha que seja, você vai lembrar de mim? eu já disse, eu não vou parar a minha vida por sua causa, não como as outras fazem, eu vou seguir, afinal, quem veio pra minha vida foi você e não eu. não fui eu quem foi atrás de você, eu tava quieta, na minha, sozinha... bem! e você ressurgiu com milhões de mentiras, me colocou dentro de uma fantasia idiota e desnecessária e agora faz isso comigo, agora não me abre as portas para que eu possa sair. eu não quero você. eu não quero mais te amar, o meu amor por você me faz mal, me deixa mal, eu não quero isso, eu não quero isso por ninguém e muito menos por você. eu sou mais que isso, eu não preciso de você. eu te odeio tanto, mais tanto que eu não consigo parar de pensar nisso, eu não quero você por perto. some de mim, vai. vai embora de mim, eu não te quero aqui. eu não quero você. eu não quero nada! eu só quero chorar, agora, eu só quero chorar.
Por que te deixar é tão difícil? Por que querer esperar algo que você não vai me dar? Por que você consegue ser a pessoa mais imbecil, idiota, arrogante e estúpido que eu conheço? Por que você mente pra mim? Por que eu gosto tanto de você mesmo com todos esses motivos pra eu não gostar? Sai da minha vida, me deixa. Por favor!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Será que dessa vez você se foi só por um detalhe que você mudou em você mesmo? Você ficou tão feio, tão não-você, tão outra pessoa. Não sei como explicar, mas não é você, não está você. Me diz o que você quer mostrar com tudo isso, me diz o que te fez ter essa mudança horrorosa na sua pele? Me diz? Parece que eu não te quero, só por isso... Será que eu nunca te amei? As pessoas falam que quem ama de verdade, não importa o que aconteça, a pessoa pode mudar, mas o amor continua, mas uma mudança - pequena - te deixou uma pessoa muito diferente.
Será que eu nunca te amei? O que eu sentia por você? Ou será que eu estou acostumada com essa ausência e coloquei em minha mente que você se foi e eu não te quero mais? Coisa mais estranha, viu?!

domingo, 9 de setembro de 2012

Real

E no sonho você me dizia:
- Eu te apaguei. Quando eu quero apagar alguém da minha vida, eu simplesmente apago.

E esse sonho me pareceu tão real, mas tão real, que quando eu acordei parecia que eu ainda estava dormindo. Hoje, agora, parece mesmo que você me apagou.

sábado, 1 de setembro de 2012

Agosto demorou a passar, doeu demais.
Agora setembro, que me venham as flores mais lindas da primavera, e, que demore muito a passar, assim como demorou agosto.