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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Não sou má, sou justa

Estou num momento em que posso sentir muita raiva de alguém, mas é um alguém específico, aquele alguém que sempre quer tudo o que você tem ou teve um dia, aquele alguém que não consegue olhar a sua vida de uma forma bonita, mas sempre querendo ser o que você é ou ter o que você tem. Aquele ser invejoso e asqueroso que um dia passou pela sua vida, ainda mais que fica rondando a sua volta para ver o que mais pode sugar.
Confesso que a minha ira é sem tamanho e que passei a te desejar coisas ruins, mas não é necessário, ao mesmo tempo que desejo o ruim, eu sei que eu não preciso fazer isso, porque aqui, aqui nesse mundo de injustiças, acredito ainda numa justiça, não de Deuses, mas sei lá, que seja do Universo, mas algo que eu sempre tive para mim é que: aqui se faz, aqui se paga.
Então, não perderei mais o meu tempo querendo ver a sua desgraça, eu sei que ela acontecerá e eu serei a primeira a ver. Serei a primeira a rir.
O que me importa é a minha índole, o meu caráter. O meu caráter é algo que eu tenho que posso me orgulhar, agora o seu? Ah, meu bem, o seu é só um demonstrativo de que você continua a não prestar, se é que você tem isso que chama de caráter.

3 comentários:

Escaminha disse...

Uiii....
Precisamos tomar outra breja...

aline disse...

como diria o caio: 'não me mande coisas assim raivosas. eu não tenho anticorpos para esse tipo de coisa.'

o melhor que você faz, florzinha, é seguir assim. sem desejar o pior, por mais que essa seja a vontade.
não seja má, seja justa, mesmo.

Flávia disse...

Deseje o que ele merece. O que foi capaz de oferecer. Que colha exatamente o que plantou. A vida se encarrega do resto.

Beijomeu, moça.