happines is found inside your heart.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Para que se entregar?

Eu pensei muito sobre isso na noite anterior. Para que/quem você se entrega? Mas o que você entrega? Você tem certeza que se entrega? Me fiz todas essas perguntas e não tive muitas respostas, ou tive todas elas em uma só.
Eu ainda acredito nas pessoas.
Com certeza todas elas tem falhas, defeitos, fazem coisas que a gente não espera, mas são pessoas, ser humano é e sempre vai ser assim. Eu faço isso, você que me lê faz isso e tenho certeza que agora está passando pela sua cabeça o que você faz ou já fez.
Mas para que se entregar? Por que se entregar?
Por que você gosta? Por que você confia ou quer começar a confiar? Existem coisas que acontecem conosco que não tem explicações.
E agora, para quê mentir? Uma vez me disseram que quem mente pra si mesmo é capaz de qualquer coisa. E eu concordo com isso. Se você não quer se entregar, por exemplo, não encha o próximo de esperanças. Não diga que quer gostar dela (e), não diga nada, deixe as coisas acontecerem, se for pra ser vai ser, se não for, não vai e pronto! A vida vai seguir, ninguém vai morrer e ninguém irá ficar com raiva de nada e de ninguém.
E mais, pra que usar de um deslize, de uma coisa insignificante (porque quando coisas são insignificantes na vida não temos motivos pra contar) para usar como uma "desculpa" de "não quero mais". A verdade é: acredito que as pessoas desse mundo tem medo das mesmas pessoas e essas pessoas ficam com essa coisa de não se entregar pra outra com medo - de novo - de que aconteça coisas ruins novamente. MAS É FATO DE QUE SE VOCÊ NÃO TENTAR DE NOVO NÃO VAI SABER SE VALE OU NÃO. Já dizia Raul "tente outra vez" então tenta, ainda mais se você quiser saber o que vem por aí, não se prenda nessa bolha que você formou, não fique preso ao seu passado, não deixe de acreditar nas pessoas por causa de uma outra. Ok, as pessoas erram, mas pra TUDO nesse mundo dá-se um jeito e esse jeito é nós quem temos que dar.


Huuum, Flores me deixam bem.

ao som de belchior

quero conhaque,
quero amores,
quero flores,
não quero dores,
quero sentir sede,
não sinto sede,
quero a sua mão em minha cintura,
quero gritar,
extravasar,
quero paixões efêmeras,
quero qualquer coisa que me tire de mim.
não quero mais nada.
eu nunca quis nada.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

absurdo

nada importa.
só sei que o coração dispara,
a mão sua,
o estômago dói - isso são as borboletas passeando.



que paixão mais estranha é essa, Deus?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

because my love is real*

eu não sei explicar a sensação, ou até saberia...
meu coração dispara, eu começo a suar e se eu estiver andando, tenho que me controlar pra não tropeçar em nada.
como eu disse, você não precisa entender nada, continue assim.


*Soldier of love - Pearl Jam

quinta-feira, 7 de abril de 2011

sim, as borboletas fazem arte em meu estômago!

são tão engraçados esses nossos disfarces não disfarçados. esses sorrisos e esses olhares que não conseguimos controlar. ainda mais os "tchau's" que nos damos ao longe (aqueles que sabemos que tem sempre alguém olhando). os toques de pele quase-sem-querer. as nossas caras de: nãoseioquefazerquandovocêestáaqui. o teu querer tão diferente do meu, mas tão bonito e envolvente. os nossos medos iguais. os problemas diferentes. o sentimento quase perfeito...

é, essas coisas são engraçadas.
e doces.
e bonitas.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

borboletas


eu tremi, suei e senti algo no estômago...

... será que eram as borboletas?