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segunda-feira, 26 de julho de 2010

enquanto o telefone não toca, eu escrevo sem parar algo que não vale a pena ler

o sono bateu e eu não quero dormir, eu tenho um livro para terminar de ler, estou no fim, as últimas páginas e não consigo, já até falei aqui sobre isso, da felicidade clandestina, não falei? falei, eu lembro que eu falei, mas enfim, talvez você não lembre, ou não tenha lido, não felicidade clandestina, mas o que eu escrevi sobre. eu nem gosto de clarice, é eu não gosto, eu não entendo, não sinto, não gosto, não sei porque tem essa história de sentir, sentir porra nenhuma, pra mim ela nunca passou nada, e nunca consegui terminar um livro dela, e quero que se foda. eu consigo senitr sim e eu sinto com o marcelo, com o caio, com a ana, ah ana, a ana sim é para sentir, entender, querer e querer.
sabe, tem uma semana que eu venho aprendendo várias coisas (e nem sei se isso está certo, mas enfim, não ligo, não agora) e aprendi que adoro essa coisa meio saramago, sem pontuações exatas, só as minúsculas, esse tipo de coisa meio anos 40/50 (é, sem mais) . ah eu não ando me entendendo há muito e não espero que você entenda também, nem ando sentindo rs. piada infame que eu não poderia perder, claro.
hoje eu to com bobeira. huum, essa frase me lembra algo muito bom. algo que eu não posso (ou seria 'eu não quero'?) falar.
eu já não to falando nada com nada mesmo, tá tudo bem desconexo aqui, sabe, tudo isso porque eu estou esperando um telefonema e vou escrever até o telefone tocar, acho que eu ainda tenho uns vinte minutos, ou esse pode ser um dos maiores textos, mas o tamanho não interfere em nada, assim como a árvore não altera o passarinho (e salve tulipa), sim, um texto bem chato que ninguém irá ler até o fim, porque eu sou louca rs, ou eu estou louca? mas pra que ser normal? o normal não tem nenhuma graça e o normal não existe.
hoje ouvi músicas tão belas, eu deveria colocar uma delas aqui, mas não, hoje quero ser egoísta, quero guardar a beleza de cada uma delas pra mim, só pra mim e ninguém mais. é melhor assim, me sinto melhor assim. e, ultimamente, ando fazendo só o que me faz bem. já passei dela, a fase de loucura, fazer o que é bom para ver o outro bem, não exatamente assim, sou do tipo que faz para ver o outro bem, só esqueço de mim, e agora, não mais. isso não tem nada a ver, como muita coisa nesse texto idiota, mas como eu to escrevendo tudo que vem na cabeça eu tenho que escrever isso, e essas coisas daqui são estranhas, e aaaa me dá medo. eu não gosto quando eu to assim. que merrrda. é o merrrda com o sotaque antigo de carioca. gosto tanto de ouvir "merrrda".
eu tenho o que? uns quinze minutos ainda? hum, isso é o máximo, vou entrar em êxtase. mas isso aqui não é pra pirar não. ah você iria me corrigir agora, ou melhor, você não me corrige, é mesmo, você não me corrige. isso é bom, mais um ponto positivo pra você. porra, tá crescendo hein!? o telefone tocou.

2 comentários:

uma louca pela vida... disse...

tava realmente com vontade de escrever em...RsRs

Carlos Escaleno disse...

Acho que não devia ter ligado: parece que interrompi uma coisa que estava nascendo, que ainda não era.
Sou perdoável?