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segunda-feira, 3 de maio de 2010

os vinte

Na madrugada do dia três de maio de 1990, ou melhor, no início da madrugada desse mesmo dia (00:30 para ser mais exata), nasce a Flor. Taurina com acendente em aquário. Super taurina e nada aquariada. Me disseram que eu não dormi na barriga da mãe, não dormi por isso que fiquei chutando minha mãe querendo sair e por isso que eu sou uma pessoa que consegue acordar cedo, mas eu não entendi muito bem essa filosofia.
Só que digo, os vinte chegaram e agora tem que encarar como se fosse super normal, tem que encarar e entender que são duas décadas vividas (e que eu viva mais duas, pelo menos). Será que me acostumo rápido com a ideia? Ainda tenho dez anos pra pensar em me-acostumar-a-ter-vinte-anos, ou na casa dos vinte? É, pra isso, é necessário me acostumar só com os vinte, antes de pensar no vinte e nove, por exemplo.
O que eu acho mais engraçado, é que eu sempre quis a minha independência, ter os meus vinte anos, ter meu emprego, ser mais independente de tudo, e hoje eu ando conseguindo tudo isso, mas tenho medo, não sei do que, mas tenho medo. Eu lembro de um dos livros da saga Crepúsculo, que a Bella quer ficar com dezoito anos para se tornar vampira, que ela não quer envelhecer, mas depois ela acha que ainda dá pra viver mais, porque depois será a eternidade. O que eu vejo de igual nisso? Eu queria ter ficado nos dezenove, quem sabe depois eu queira fazer vinte de verdade.

Um comentário:

Caroline disse...

minha pequenina!
pensa daqui a 20 anos, nós duas com quarentão (e eu dois anos a mais) putz!

te amo muito