happines is found inside your heart.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Querô

Hoje assisti mais um filmezinho na tarde calorenta. Saí com a mamis e na volta (como a minha nêga está dodói não deu para ir vê-la) resolvi fuçar o meu acervo de filmes rs.

Hoje foi o dia de "Querô", simplesmente, perfeito. Adorei porque é realidade, tenho certeza que esse filme é passado diariamente na cabeça das crianças. O inconformismo do personagem, o fato de estar numa condição que não foi sua escolha, entre outos pontos.

Enfim, achei FO-DA! Vale mesmo a pena.

Sinopse: O filme conta a saga de Jerônimo, um garoto órfão que vive sozinho na zona portuária de Santos. De forma humana, Querô retrata a solidão em que vive este garoto largado à própria sorte.

domingo, 22 de novembro de 2009

A garota ideal

Sabe como é, domingo é sinônimo de tédio, ainda mais quando a namorada não está com você. No fim, fiquei assistindo um filmizinho interessante, não foi um dos melhores que eu já assiti, mas achei legal. Enfim, deixo aqui a dica, A garota ideal.


Sinopse: Lars Lindstrom (Ryan Gosling) é um homem tímido e introvertido, que vive na garagem de seu irmão mais velho, Gus (Paul Schneider), e sua cunhada Karin (Emily Mortimer). Lars apenas acompanha o desenrolar de sua vida, sem se mexer para algo. Até que um dia ele encontra Bianca, uma missionária religiosa, através da internet. O problema é que para as pessoas Bianca não é alguém real, mas a réplica de uma mulher, feita de silicone. Só que Lars acredita piamente que ela é um ser humano, o que faz com que se torne seu apoio emocional. Preocupados, Gus e Karin decidem procurar o conselho de uma psicóloga, que recomenda que concordem com Lars enquanto ele lida com seus problemas pessoais.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Vamos falar de música?


Ok, vamos falar de música.

É, eu sou uma pessoa muito musical, acho que música é algo que mexe comigo, sem música não tem graça as coisas na vida, as músicas escrevem os momentos, as músicas lembram as pessoas. Quantas músicas eu já não "peguei para mim" (Flor de Azeviche é um belo exemplo rs).

Agora digo, me sinto realizada, acabo de achar um site com toda a discografia do A-Ha, tem noção? A-Ha, cara. Simplesmente, F-O-D-A!!!

A-Ha apareceu na minha vida por causa da minha mãe (que graças ao bom Deus tem um bom gosto) quando eu tinha uns 11/12 anos, ela ouvia algumas coisas e eu adorava, fui crescendo e querendo conhecer mais. Hoje sou fascinada (porque eu sou dessas, é 8 ou 80. a loca). E eu também tenho épocas e épocas. Uma época eu ouço muito até minha mãe ou minha nêga falar: vamos ouvir outra coisa?. Quando isso acontece, eu passo para um outro vício e assim vai.

Mudando da água para o vinho (será que pode ser cerveja? rs -piada infame-) como eu disse há uns dias atrás, estava (estou um pouco ainda) viciada em Simoninha, mas já não está me fazendo tão bem rs, e a nêga já pediu pra eu parar de ouvir porque ela já enjoou.

Tem também aqueles vícios que nunca vão embora né? Tipo, eu tenho o Zeca Baleiro como um vício que eu não tento me livrar nunca. Viciada em Lenine também (prontoamorfalei), tá o cara é foda, mas o Zeca é mais e não falamos mais nisso rs. Muitos outros vícios, como Maria Gadú, Vanessa da Mata, Ana Carol, David Bowie, Creedence (nossa senti uma falta agora, Creedence me faz tão mais que bem hehe) e entre muitos outros.

Agora, voltando lá para o começo do texto, A-Ha foi vício, larguei a droga, voltei, larguei mais uma vez e agora encontro o blog com as discografias do mundo do Classic Rock, me acaaaaabo. Convido vocês para se acabarem também (se gostarem de Classic Rock) é só vir aqui.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ciúmes - Ana C.

Tenho ciúmes desse cigarro que você fuma tão distraidamente.

Abril/68

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Que se foda!

Eu não gosto de política, eu não entendo muito sobre política (pelo fato de não gostar), mas hoje estava lendo um jornal e a primeira notícia que eu encontrei foi essa:


"Enquanto o ministro do Meio Ambiente, Carolos Minc, afirma que a meta brasileira para redução da emissão de gases até 2020 será de 38%, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que metas de redução da poluição são para os países ricos, não para o Brasil." METRO

Como assim?????

To fucsia, gente!

E por isso, só tenho mais algumas pequenas palavras.

Dilma, vai tomar no cu!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Merda.Merda.Merda.


Que raiva que me dá quando esses malditos conjuntos de letras não vem na hora certa.

Merda.
Merda.
Merda.

Não acredito que eu seja uma pessoa revoltada, acho que o problema (de hoje) foi a noite mal dormida. Pffff

Merda.
Merda.
Merda.

É só um pouco de raiva por ter sono, fazer trabalhos e não acabar, começar a ler e cair em cima do livro.

Merda.
Merda.
Merda.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Memória - MRP

Como eu começo esse post mesmo?
Ah sim, dizendo que esse cara é o melhor escritor que eu conheço nesse mundo. E a cada vez que leio alguma coisa dele, me encanto um pouco mais. Por isso não posso deixar de colocar essa crônica aqui. Grande Marcelão (eu sou íntima =]).


"Muitos não se esquecem do primeiro gol, feito no pátio da escola. Ou do primeiro frango, quando se foi escalado à revelia para jogar debaixo das traves. Do primeiro beijo de língua, da primeira cicatriz, do primeiro fora e da primeira vez em que se ouviu “eu te amo”, ninguém se esquece.

Também não nos esquecemos da primeira vez em que ouvimos “vou para a casa da minha mãe”, do primeiro divórcio, da audiência na Vara da Família, do terno e do cinismo do advogado do outro, e do tédio do juiz, que já ouviu aquela ladainha tantas vezes...

Nem do primeiro reencontro casual com a ex, em que ela, sorridente, está mais bonita, mais loira, menos cacheada, mais magra, com um par de seios novos, maiores e um vestido bem mais curto que os anteriores, muito bem acompanhada por alguém mais bronzeado, simpático, gente fina e absurdamente mais sarado.

Ela também não se esquece do dia em que vê o ex saindo do restaurante mais caro da cidade- enquanto antes só a levava no pé-sujo mais barulhento-, abraçado a uma garota mais nova que os filhos deles, usando boné, tênis All Star, sem os cabelos brancos de antes, mas ainda com aquela eterna barriguinha, fumando [desde quando voltou a fumar?] e entrando num carro que daria para pagar a pensão alimentícia de todas as mulheres presentes no empreendimento gastronômico citado.

Ambos os gêneros não se esquecem do primeiro orgasmo, do dia do sim, da lua-de-mel e da primeira vez em que ele é obrigado a dizer “isso nunca me aconteceu”. Também não nos esquecemos da primeira vez que em ouvimos “não é isso que você está pensando”, “o problema não é você”, “o celular estava no vibracall” e “não bufa”. Nem da primeira camisinha. Muito menos da primeira camisinha estourada.

Diz o pensador Washington Olivetto, que uma garota não se esquece do primeiro sutiã. O que as garotas não sabem é que nós, garotos, não nos esquecemos da primeira vez em que prendemos o bem mais precioso no zíper da calça. Vemos estrelas. É como se o Big Bang se repetisse bilhões de anos depois.

Elas nunca se esquecem da primeira curetagem, e eles, do primeiro exame de próstata. Acho que poucos se lembram da queda do primeiro dente-de-leite. Mas ninguém se esquece da primeira extração do primeiro siso. Ou da primeira operação para extrair as amídalas. Ou da primeira dentadura.
Não nos esquecemos também quando o limite de colesterol passou para o nível inaceitável, ou quando ouvimos pela primeira vez a pergunta: “Você tem caso de diabetes na família?”

Da primeira vez em que o time de coração ganhou a Libertadores, alguém se esquece? Nem os corintianos, da quantidade de vezes em que o time foi eliminado perto das finais. Nem em qual churrasco estava nas finais das Copas do Mundo de futebol. Nem do pênalti perdido pelo craque do time na decisão. Ou da primeira vez que entrou num estádio. Ou dá última, em que passou mal, depois de jantar o dogão com purê e maionese da rua em frente.

Ninguém se esquece da primeira vez em que andou de bicicleta sem rodinhas, da primeira vez em que boiou sem a ajuda dos braços do avô, do primeiro tombo do cavalo. E do primeiro e indigesto fio de cabelo branco, alguém se esquece?

E do tamanho do primeiro celular? E da primeira bicicleta? E do primeiro carro? E da cara do primeiro instrutor da autoescola? E de todas as casas em que morou? E do primeiro cachorro? E de todos os outros? E dos gatos? Da babá? Da primeira escola? E da última? Da primeira namorada? E da última?

Tudo bem se esquecer do número do PIS/Pasep, ou do passaporte, que muda a cada cinco anos. Mas alguém se esquece do número do próprio celular, RG, CPF ou do telefone da mãe? Do aniversário?

Alguém se esqueceu da reação que teve quando soube que o Senna, o Tancredo, a Diana, o John Lennon, os Mamonas e o Michael Jackson morreram? E por qual canal assistiu a queda das Torres Gêmeas no 11 de setembro? E da primeira greve? Do primeiro voto? Da primeira vez diante da urna eletrônica? Da primeira vez que voou de avião, ou helicóptero, ou para o espaço?

E a Zélia anunciando pela tevê que cada brasileiro teria o direito de sacar apenas R$ 50? E das Diretas Já? E dos caras pintadas? E do Collor dando adeus? E do que estava fazendo no dia do blecaute? E do dia em que o PCC parou a cidade?

Alguém se esquece do cheiro da avó? Do perfume do amante? Do gosto da manga, da água de coco, do caju, do figo? Do cheiro do mar? De dizer “feliz ano novo”? De curar soluço? Do primeiro vestibular? Do homem chegando na Lua? Do primeiro porre?

Depois dizem que somos um povo sem memória."


Marcelo Rubens Paiva

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Cadê ela?

Um copo de vinho em uma mão. Um cigarro na outra.
Ela veio correndo apavorada perto de mim e eu já sabia o que ela iria perguntar, então, respondi antes da pergunta.

- Ela foi por ali. - Apontei para a esquerda.

- Mas acabei de vir de lá e não vi nada.

- Ah então, ela foi por lá. - Apontei para a direita.

- Eu já fui por lá também, e, não tem nada. Você tem certeza?

- Ah, não posso dar certeza. Já fizeram três dias que ela foi embora.

- Você acha que ela volta?

- Sim. Ela sempre volta.

domingo, 1 de novembro de 2009

A sensação de não sentir sensações


Eu nunca senti a sensação de não sentir sensações ou não sei se o que senti foram todas as sensações juntas, todas de uma só vez. E digo, não foi/é nada bom, se juntas ou nenhuma.

Já não consigo nem mais chorar, já não consigo falar, comer, dormir. Só estou tentando curar a ferida que nasceu em meu peito. Infelizmente, não é uma ferida pequena. Por mais idiota que seja, dói e dói muito.

Eu não sei o que posso fazer. Parece que ainda estou em transe, que não dei conta de tudo, que a ficha não caiu, a maldita ficha não caiu.

É difícil!

Mas eu quero me curar de tudo isso e eu sei que conseguirei, eu sou forte, já enfrentei tantas coisas e sei que eu vou conseguir enfrentar essa também, sei que mesmo machucada por dentro, vou conseguir curar a ferida.

E JURO, é o que eu mais quero. Poder ficar bem.

Não pense que eu quero te deixar mal por escrever tudo isso, mas é o que estou sentindo agora, na verdade, nem sei mais o que sinto a não ser dor. Me desculpe.