"Ah mais isso deve ser muito difícil de fazer. Você tem certeza que eu consigo?"
"Claro que consegue, você só tem que prestar a atenção em como eu faço para poder fazer igual a mim e ficar bom"
"Ué, me explica direito então. Toda vez que começo você fala que não é assim e não me deixa fazer. Assim não aprendo mesmo."
"Tá bom, então, presta a atenção aqui. Você pega desse jeito e passa por aqui, entendeu?"
"Tá. Deixa eu tentar fazer."
"Ah conseguiu, tá vendo? É só uma questão de con-cen-tra-ção. Agora, me empresta um segundinho, faz esse ponto aqui, presta a atenção, entendeu como é?"
"Assim?"
"Não. Você tem que dar a volta. Faz de novo."
"E agora?"
"Isso, muto bem. Até que você aprendeu muito bem."
"Nossa, crochê é uma terapia, vó."
Flôr de Azeviche


6 rabiscaram:
menina,não é que é mesmo. eu faço crochê, bordo, mas tricô sei lá, a última manta que fiz pra namorada ficou parecida com aquelas cobra-peso-de-porta sabe? um horror!
rsrs, mas eu me esforço, sou prendadinha, como nos tempos da minha avó rsrs
bjks da Rainbow
heheheh adorei
kkkk...dar a volta é que tava difícil de entender.Oh!Por que a gente só pensa naquilo?Beijos,querida.
Hahahah, ai meninas, eu sei fazer crochê (to até devendo um cacheco para a pequena)e acho que é mesmo uma terapia, agora, tricô não é comigo, já tentei fazer mas é difícil para mim rs.
Ee Marcia, só pensa besteira kkkkk...
Beijos meninas e voltem sempre!
Esse diálogo me lembrou a minha infância... minha vó cortou um dobrado pra me ensinar crochê...
Saudades da minha vozinha....
Bjs e obrigada pela visitinha la no blog.
Eu naõ lembro se demorei muito a aprender, acho que não... rs
Obriagda pela vista!
Beijos da Flôr
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