
Acordei com aquela dor de cabeça e uma desconhecida ao meu lado. Reparei na moça, até que não era mal, estava ela deitada de barriga para baixo, o lençol cobrindo apenas as pernas, um corpo bonito, cabelos vermelhos, curtos, uma tatuagem de flores nas costa nas costas com um escrito abaixo “Surpreender!”, é nem tudo poderia ser perfeito. Levantei-me, coloquei uma camiseta que encontrei jogada pelo chão, fui até o banheiro e me olhei no espelho, eu estava totalmente acabada, restos de maquiagem nos olhos, molhei a face, escovei os meus dentes, tentando me lembrar do nome da fulana que estava na minha cama e passou a noite comigo. Acho que era alguma coisa com A: Amanda, Ana, Alice. Mais uma vez lavei o rosto, tentando tirar o restante de maquiagem da noite anterior. Voltei para o quarto a menina estava acordada sentada na cama com o lençol ainda, apenas, sobre as pernas.
- Oi. – Disse ela meio sem graça.
- Oi. – Respondi.
Na posição em que ela estava ela ficou, enquanto isso, fui a procura de minhas roupas pelo chão, meu quarto cheirava a sexo, será que tínhamos transado tanto daquele jeito? Eu odiava a minha amnésia alcoólica, além de não lembrar o que eu tinha feito, não lembrava quem eu trazia para a minha casa, eu estava ficando perturbada e chegando a hora de parar de beber. Sentei-me na cama de costas para a Aline, Alessandra, Andréa. Senti uma mão em minhas costas e um beijo em minha nuca, me arrepiei com a pegada da fulana, confesso, mas eu não queria nada naquele momento, me virei e levantei ao mesmo tempo, dizendo:
- É... Amanda? Eu to com um pouco de dor de cabeça, e... sei lá, você... hum, tenho que arrumar toda essa bagunça, enfim.
Pelos olhos dela ela estava meio brava, pelo menos foi o que me pareceu, pegou as suas roupas, e as vestiu numa velocidade que nunca vi. Foi saindo do quarto, nem quis usar o banheiro, saiu feito uma bala. No momento em que fui passando pela minha sala e via a bagunça que estava a minha cabeça doía mais ainda.
Ela chegou até a porta, abriu e antes de sair me disse:
- A nossa noite foi muito boa, Bianca, pelo menos pra mim. Ah e o meu nome? É Alana!
Bateu a porta. Falei baixinho para mim mesma e com a mão na cabeça:
- Oi. – Disse ela meio sem graça.
- Oi. – Respondi.
Na posição em que ela estava ela ficou, enquanto isso, fui a procura de minhas roupas pelo chão, meu quarto cheirava a sexo, será que tínhamos transado tanto daquele jeito? Eu odiava a minha amnésia alcoólica, além de não lembrar o que eu tinha feito, não lembrava quem eu trazia para a minha casa, eu estava ficando perturbada e chegando a hora de parar de beber. Sentei-me na cama de costas para a Aline, Alessandra, Andréa. Senti uma mão em minhas costas e um beijo em minha nuca, me arrepiei com a pegada da fulana, confesso, mas eu não queria nada naquele momento, me virei e levantei ao mesmo tempo, dizendo:
- É... Amanda? Eu to com um pouco de dor de cabeça, e... sei lá, você... hum, tenho que arrumar toda essa bagunça, enfim.
Pelos olhos dela ela estava meio brava, pelo menos foi o que me pareceu, pegou as suas roupas, e as vestiu numa velocidade que nunca vi. Foi saindo do quarto, nem quis usar o banheiro, saiu feito uma bala. No momento em que fui passando pela minha sala e via a bagunça que estava a minha cabeça doía mais ainda.
Ela chegou até a porta, abriu e antes de sair me disse:
- A nossa noite foi muito boa, Bianca, pelo menos pra mim. Ah e o meu nome? É Alana!
Bateu a porta. Falei baixinho para mim mesma e com a mão na cabeça:
- E o meu é Paula.
Flôr de Azeviche


8 rabiscaram:
Muito booooooooooooooooom!
Um dos melhores que já li!
E, eu acho que não disse também, mas adoooro o jeito com escreve ;)
e não só isso...
te amo, bo!
Cara.....que bebedeira...só rindo...muito bom....amei !!!!!
Muito bom.Bem tramado,ritmado.Adorei.Beijos.
tu escreve coisa tão bonitas e loucas ao mesmo tempo =D
Vc está cada vez melhor fina borboleta! Parabéns!!! =D
Te adooooooro!!!
Beijão!!! ^^
Adorei o final, pura ironia.
AH FICO TÃO FELIZ QUE VOCÊS TENHAM GOSTADO...
ADOREI MESMO!!!
BEIJOS E VOLTEM SEMPREE!!!
Ah, vá, tenho certeza que a Allana sabia o nome certo...
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